quarta-feira, 11 de junho de 2014
vim aqui dizer que:
Vim aqui dizer que o amor também acaba sim, que acabou, que eu estou bem, vivendo e sigo procurando um rumo, cada vez mais perto dele. Me sinto jogando gato mia: vou seguindo as vozes no escuro até encontrar alguém que eu reconheça.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
3 da manhã;
Aí eu me pego de madrugada fazendo aquela "vozinha" engraçada que a gente fazia
sabe?
que só a gente fazia
e eu me pergunto se um dia o amor realmente também acaba, ou se esse gosto amargo e esse monte de saudade do que não foi vai ficar aqui pra sempre.
sabe?
que só a gente fazia
e eu me pergunto se um dia o amor realmente também acaba, ou se esse gosto amargo e esse monte de saudade do que não foi vai ficar aqui pra sempre.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
sacha que amava sacha;
Um homem, dois pulmões
Um bailarino, dois dançarinos de ar
Quando um homem pega um machado de lamina afiada e acerta o peito da sua mulher
Os dançarinos no peito dela param
Eles param de dançar
Quando os amigos perguntaram a Sacha "Sacha, o que você fez?" e "Porque você fez isso?" ele prontamente respondeu
"Ela era ruiva, com dedos longos e finos e pertencia a cidade grande! Enquanto a outra de cabelos negros com dedos curtos e gordos não pertencia a canto nenhum, não possuía oxigênio algum"
Alegou então que havia assassinado a esposa de forma brutal, acertando um machado de lamina afiada em seu peito para fugir da asfixia, a falta contagiante de oxigênio que faria os dançarinos em seu peito pararem caso ele continuasse em sua presença
Antes ela do que ele, legítima defesa e os dançarinos em seu peito seguem dançando
Um homem, Dois pulmões
Um bailarino, Dois dançarinos de ar
Um, Dois
Um, Dois
Um
Um...
Um bailarino, dois dançarinos de ar
Quando um homem pega um machado de lamina afiada e acerta o peito da sua mulher
Os dançarinos no peito dela param
Eles param de dançar
Quando os amigos perguntaram a Sacha "Sacha, o que você fez?" e "Porque você fez isso?" ele prontamente respondeu
"Ela era ruiva, com dedos longos e finos e pertencia a cidade grande! Enquanto a outra de cabelos negros com dedos curtos e gordos não pertencia a canto nenhum, não possuía oxigênio algum"
Alegou então que havia assassinado a esposa de forma brutal, acertando um machado de lamina afiada em seu peito para fugir da asfixia, a falta contagiante de oxigênio que faria os dançarinos em seu peito pararem caso ele continuasse em sua presença
Antes ela do que ele, legítima defesa e os dançarinos em seu peito seguem dançando
Um homem, Dois pulmões
Um bailarino, Dois dançarinos de ar
Um, Dois
Um, Dois
Um
Um...
Como (Des)entender um homem;
Para se entender um homem é preciso ter raiva. É preciso ter descontrole e alguma fúria no olhar ao ser questionado sobre sua habilidade no volante. É preciso respirar bem fundo e ser irônico quando perguntado se está perdido. É preciso entender que nós só fazemos isso para não admitir que não temos o controle da situação, principalmente se o banco do carona for ocupado por uma mulher que queremos impressionar. É fingir não parecer fraco por fora e entender a insegurança que bate por dentro. É sentir como se tivesse super poderes ao fazer uma baliza e dizer que chegamos a algum lugar. É deixar toda essa força de lado para ser carinhoso ao beijar o rosto de uma mulher. E deixar todo esse carisma de lado ao sair do carro e esquecer-se de abrir a porta para ela.
Para desentender um homem é preciso entender um menino antes. Entender que os brinquedos continuam os mesmos e só mudaram de tamanho. É ver a nossa capacidade paradoxal de esquecer datas importantes e lembrar escalações inteiras de seleções mundo afora. É perceber que o dia acorda mais nublado numa quinta ou numa segunda em que o time dele perdeu. É preciso ter calma, paciência e concentração se não quiser que ele goze logo. Aliás, é preciso também ter calma, paciência e concentração para não respingar a tampa do vaso. É justamente por isso que a gente acaba cometendo esse erro. Mas é muito difícil acertar dentro, que fique bem claro. É estar completamente brava e ser surpreendida por um buquê de flores. É pensar que o romantismo talvez não tenha morrido até que ele arrote no meio da mesa de jantar. E pensar logo em seguida que o romantismo ainda vive em ogros por aí. É tentar ensinar a ele um pouco de literatura feminina e ouvir que não entende essa sua vontade louca de assistir a todas as comédias românticas do cinema. “Pra ser sincero, eu gosto de ver gente atirando e explosões, meu bem. Isso é legal. Além disso, eu odeio fingir que um cisco entrou no meu olho toda vez em que algum desses seus romances realmente mexe comigo”. É preciso entender que a gente nunca vai admitir que passou alguma noite em claro por conta de uma DR mal acabada. Aliás, é preciso se esquecer dessa informação assim que o parágrafo acabar.
É negar o futebol para jogar vídeo game. É entender de desenho animado e essa nossa admiração pelo Sylvester Stalone. É começar a apreciar listras cruzadas e roupas que não combinam. E aceitar que, definitivamente, só existem umas 12 cores que a gente consegue enxergar. O resto é invenção feminina. É preciso visitar algumas cidades e correr ao redor do mundo. É preciso ter deitado a cabeça alguma vez numa barriguinha de cerveja e adormecido com uma barba mal feita roçando o pescoço. É preciso ser agarrada pela cintura e sentir a nossa respiração pesada como um sussurro que vai descendo pela coluna e tira as roupas dela. É ler isso tudo e chegar a uma única conclusão: que entender e desentender os homens é a mesma coisa. E que nós somos tão complicados quanto vocês. Mas, o que importa mesmo, é seguir um conselho tipicamente masculino: esquece isso tudo e deixa pra lá.
domingo, 13 de maio de 2012
you have to say its over, when its over, OVER!;
Sem essa de "pra sempre" vai, só é amor até deixar de ser
Depois é liberdade.
Depois é liberdade.
sábado, 12 de maio de 2012
a carta que não será entregue;
Hoje eu me peguei pensando em você. Assim, bastante, sabe. Não foi coisa pouca, rápida. Eu pensei e me lembrei de tudo. Me deu vontade de saber como anda sua vida, como anda você. Senti vontade de te ligar, de falar com você. Saber se ainda namora com ela, se você pensa em mim, se ainda tem raiva de mim. Porque olha, eu não tenho raiva de você. É sério! Pra falar a verdade, talvez eu nem saiba o que sinto. Mas hoje eu senti tanta saudade sua. Saudade boa, sabe? Não daquelas que nos deixam aos prantos, lamentando o passado. Mas aquela saudade que faz brotar sorriso no rosto e que deixa os olhos da gente cheio de lágrimas bonitas.
Lembrei quando você me disse que trocar de namorado é apenas trocar de defeitos. Acho que concordo com você. Não arrumei nenhum fixo, por sua culpa. Acho que peguei um certo trauma de relacionamentos. Mas todos aqueles que vieram desde que você se foi são bem chatinhos, viu? E olha, eu deixo claro desde o ínicio que odeio ciúme. Não quero dar brecha pra que aquelas coisas chatas aconteçam de novo. E acho que meu rosto forma uma expressão tão sincera que eles nem ousam me cobrar nada.
Eu não gosto de você, mas ele, esse último agora, me disse que gosto sim. Disse que passo muito tempo da vida reclamando de você ainda. E que se não gostasse, não sentisse falta, eu nem lembraria. Eu discordo. Continuo acreditando que amor é coisa que dá e passa, e passou. Amor é coisa da cabeça da gente, não do coração.
Nós nunca combinamos em nada, ok. Sou desencada demais, tudo bem. Eu fumo, eu bebo e falo palavrão. É feio, você sempre disse. Mas me pergunto como passei tanto tempo ao seu lado e nunca te disse que você é muito machista e bichinha. Assim, com todo respeito. E não no exato sentido da palavra, entende. Sempre me senti o homem da relação. Era ruim. Quero dizer, toda mulher quer se sentir protegida. E eu que sempre cuidei de você.
Ei, mandei um beijo pra sua mãe. Diga que ela continua sendo minha preferida, pra sempre. Ao seu irmão, peça desculpas. Fui embora devendo um jogo do play 2 pra ele. Seu pai… Bem, nós nunca tivemos muito assunto, né. Mas diga à ele que sinto falta dos churrascos inesperados que ele fazia em minha homenagem. Pra você... Hum, obrigada. Apesar de sentir essa dorzinha chata do lado esquerdo do peito às vezes, obrigada. Eu me reencontrei. Reconquistei minha vida e meus amigos. Continuo estudando muito, cada dia mais ocupada. Venho fazendo tudo o que você detestaria saber. Continuo bebendo, voltei a fumar. E ainda falo palavrão pra caralho. Também dou “liberdade para as pessoas”, como você dizia. E não, eu não fui fazer uma visita à igreja. Descobri também que essa é a minha vida, e eu não quero mudá-la novamente por causa de alguém.
Você vai sempre morar no meu coração, menino. Eu prometo. Confesso que às vezes sinto sua falta. Mas escrevi porque preciso muito dizer que nunca, nunca mesmo, eu me senti tão feliz sem você.
Lembrei quando você me disse que trocar de namorado é apenas trocar de defeitos. Acho que concordo com você. Não arrumei nenhum fixo, por sua culpa. Acho que peguei um certo trauma de relacionamentos. Mas todos aqueles que vieram desde que você se foi são bem chatinhos, viu? E olha, eu deixo claro desde o ínicio que odeio ciúme. Não quero dar brecha pra que aquelas coisas chatas aconteçam de novo. E acho que meu rosto forma uma expressão tão sincera que eles nem ousam me cobrar nada.
Eu não gosto de você, mas ele, esse último agora, me disse que gosto sim. Disse que passo muito tempo da vida reclamando de você ainda. E que se não gostasse, não sentisse falta, eu nem lembraria. Eu discordo. Continuo acreditando que amor é coisa que dá e passa, e passou. Amor é coisa da cabeça da gente, não do coração.
Nós nunca combinamos em nada, ok. Sou desencada demais, tudo bem. Eu fumo, eu bebo e falo palavrão. É feio, você sempre disse. Mas me pergunto como passei tanto tempo ao seu lado e nunca te disse que você é muito machista e bichinha. Assim, com todo respeito. E não no exato sentido da palavra, entende. Sempre me senti o homem da relação. Era ruim. Quero dizer, toda mulher quer se sentir protegida. E eu que sempre cuidei de você.
Ei, mandei um beijo pra sua mãe. Diga que ela continua sendo minha preferida, pra sempre. Ao seu irmão, peça desculpas. Fui embora devendo um jogo do play 2 pra ele. Seu pai… Bem, nós nunca tivemos muito assunto, né. Mas diga à ele que sinto falta dos churrascos inesperados que ele fazia em minha homenagem. Pra você... Hum, obrigada. Apesar de sentir essa dorzinha chata do lado esquerdo do peito às vezes, obrigada. Eu me reencontrei. Reconquistei minha vida e meus amigos. Continuo estudando muito, cada dia mais ocupada. Venho fazendo tudo o que você detestaria saber. Continuo bebendo, voltei a fumar. E ainda falo palavrão pra caralho. Também dou “liberdade para as pessoas”, como você dizia. E não, eu não fui fazer uma visita à igreja. Descobri também que essa é a minha vida, e eu não quero mudá-la novamente por causa de alguém.
Você vai sempre morar no meu coração, menino. Eu prometo. Confesso que às vezes sinto sua falta. Mas escrevi porque preciso muito dizer que nunca, nunca mesmo, eu me senti tão feliz sem você.
apesar das perdas:
É preciso cuidado no caminho, pois ele é tão solitário e tortuoso quanto bifurcado, é tanta gente, tanto gesto que a gente encontra, tanto sentimento que a gente perde, tanto sonho que para, e história que começa.
A gente precisa mesmo ter calma, para não se perder na aventura, é óbvio e inevitável que as coisas mudam, que a saudade sempre vai bater forte nos momentos mais difíceis e nos dias mais duros, primeiro a lágrima escorre, mas depois para, depois passa.
E quando passa só fica você, e o caminho, porque se tudo na vida acaba (inclusive a própria) o caminho é eterno, não tem fim. Nem sempre é possível voltar, mas ir em frente sempre será possível, um eterno reconstruir-se cheio de novos horizontes e corações, cheio de vida.
Então no fundo preocupação em demasia (com qualquer coisa) parece inútil, melhor aproveitar o que acontece enquanto se tenta chegar lá, onde não tem fim.
Só não vá se perder (...)
A gente precisa mesmo ter calma, para não se perder na aventura, é óbvio e inevitável que as coisas mudam, que a saudade sempre vai bater forte nos momentos mais difíceis e nos dias mais duros, primeiro a lágrima escorre, mas depois para, depois passa.
E quando passa só fica você, e o caminho, porque se tudo na vida acaba (inclusive a própria) o caminho é eterno, não tem fim. Nem sempre é possível voltar, mas ir em frente sempre será possível, um eterno reconstruir-se cheio de novos horizontes e corações, cheio de vida.
Então no fundo preocupação em demasia (com qualquer coisa) parece inútil, melhor aproveitar o que acontece enquanto se tenta chegar lá, onde não tem fim.
Só não vá se perder (...)
sexta-feira, 11 de maio de 2012
talvez não fosse amor;
- E ai?
- E ai?
- E ai, ela não veio?
- Ah, a gente terminou...
- E aquele amor todo?
- Acabou!
- E amor acaba?
- Não sei, esse acabou.
- Pô, talvez não tenha acabado...
- Talvez não fosse amor.
- E ai?
- E ai, ela não veio?
- Ah, a gente terminou...
- E aquele amor todo?
- Acabou!
- E amor acaba?
- Não sei, esse acabou.
- Pô, talvez não tenha acabado...
- Talvez não fosse amor.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
de volta pro presente:
Dois anos depois,
O bom filho a casa torna, foi um silêncio infinito que se fez por aqui, muita coisa, tanta coisa mudou, importante dizer que encontrei e me perdi do amor, hoje sigo UNA novamente aquele caminho de sempre, a faculdade me pegou de jeito e eu achei um ofício que me completa, Arte, como eu e tantos outros sempre imaginamos.
Viajei, conheci meio mundo, muita gente, cresci, mudei e da altura dos meus 21 anos continuo tendo dias tristes e solitários, mas achando que no final da contas o bom da vida mesmo é que sou muito feliz, acho também que perdi a mão boa que tinha pra escrever e relatar as coisas, até porque o ofício poético nos entrega sem defesa a um drama por vezes desnecessário, e eu, logo eu, tenho prefirido o pragmatismo e a praticidade do preto no branco, ando com preguiça pra rodeios.
Decidi voltar porque aqui sempre me encontrei e hoje mais do que nunca é disso que eu preciso. E não é isso que chamam de vida?
"Fazer da queda um passo de dança, do sonho uma ponte e da procura um encontro (...)" quase quatro anos se passam e Sabino continua sabendo das coisas.
É isso, cambio, não desligo mais.
O bom filho a casa torna, foi um silêncio infinito que se fez por aqui, muita coisa, tanta coisa mudou, importante dizer que encontrei e me perdi do amor, hoje sigo UNA novamente aquele caminho de sempre, a faculdade me pegou de jeito e eu achei um ofício que me completa, Arte, como eu e tantos outros sempre imaginamos.
Viajei, conheci meio mundo, muita gente, cresci, mudei e da altura dos meus 21 anos continuo tendo dias tristes e solitários, mas achando que no final da contas o bom da vida mesmo é que sou muito feliz, acho também que perdi a mão boa que tinha pra escrever e relatar as coisas, até porque o ofício poético nos entrega sem defesa a um drama por vezes desnecessário, e eu, logo eu, tenho prefirido o pragmatismo e a praticidade do preto no branco, ando com preguiça pra rodeios.
Decidi voltar porque aqui sempre me encontrei e hoje mais do que nunca é disso que eu preciso. E não é isso que chamam de vida?
"Fazer da queda um passo de dança, do sonho uma ponte e da procura um encontro (...)" quase quatro anos se passam e Sabino continua sabendo das coisas.
É isso, cambio, não desligo mais.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
de mãe pra filho:
Existe somente um tempo para a gente ser feliz
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida
à nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO de NOVO
e quantas vezes for preciso
Você embarcou nesse desafio com entusiasmo e soube transformá-lo na sua vida
A saudade permanece mas há momentos na vida em que se deve calar e deixar que o silêncio fale ao coração pois há sentimentos que a
linguagem não expressa e há emoções que as palavras não sabem traduzir
A distância a saudade e a sua falta me faz amar você ainda mais
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida
à nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO de NOVO
e quantas vezes for preciso
Você embarcou nesse desafio com entusiasmo e soube transformá-lo na sua vida
A saudade permanece mas há momentos na vida em que se deve calar e deixar que o silêncio fale ao coração pois há sentimentos que a
linguagem não expressa e há emoções que as palavras não sabem traduzir
A distância a saudade e a sua falta me faz amar você ainda mais
Mamae.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Martha Medeiros:
Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas ... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... experimente me amar!
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... experimente me amar!
Sumi;
Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
Piruando.
o fato é que ando meio Piruá, e a falta de inspiração anda me dando nos nervos, anda difícil não conseguir mais escrever, me sinto tão inútil tão improdutivo, tão bloqueada, é como se algo me segurasse, me barrasse, não, não sei, só o tempo, e eu tenho uma fé louca nele, deveras, ele há de me valer.
domingo, 3 de janeiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
És presença;
E, mesmo quando és ausência, és muito mais do que saudade. És vontade de ver de novo, de ver mais, de ver mais de perto, ver melhor. E tocar, de modo que, cada toque, eu tenha um pouco mais de ti em mim, para que não haja mais ausência. Te encontrar virou apenas uma questão de fechar os olhos.
Tenho confundido 'eu' com 'nós'. Mas essa confusão só me acontece porque eu tenho certeza de tudo que eu sinto. E o que eu sinto é o tal do amor. Aquele surrado, mal-falado, desacreditado e raro amor, que eu achava que não existia mais. Pois existe. E arrebata, atropela, derruba, o violento surto de felicidade causado pelo simples vislumbre do teu rosto.
Tenho confundido 'eu' com 'nós'. Mas essa confusão só me acontece porque eu tenho certeza de tudo que eu sinto. E o que eu sinto é o tal do amor. Aquele surrado, mal-falado, desacreditado e raro amor, que eu achava que não existia mais. Pois existe. E arrebata, atropela, derruba, o violento surto de felicidade causado pelo simples vislumbre do teu rosto.
Pedacinho de Chico;
"Hoje lembrando-me dela; Me vendo nos olhos dela; Sei que o que tinha de ser se deu; Porque era ela; Porque era eu"
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Um pedaço de Elis
"É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você."
sabe como é, não se fica noiva todo dia.
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você."
sabe como é, não se fica noiva todo dia.
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